Por vezes brincamos e flertamos com o destino perigosamente, desmedidamente, extraordinariamente. Não deixando de aproveitar as oportunidades com olhos de criança sapeca ou mesmo uma loba faminta.
Labiata brincara com o destino quando se deixou levar pelas mãos de Rick Pentium entregando-se toda para as sensações que poderiam advir do fato.
Essa brincadeira o destino também quis brincar com Labiata, e depois de ouvir o pedido dela a beira da estrada, deus destino entrou na brincadeira, e sob o testemunho de um lindo por de sol, ele flerta com o perigo junto com nossa Loba.
Azul viera passar o Carnaval com ela, os planos eram acampar, curtir a praia de naturismo, conhecer pessoas, rever amigos. Labiata cansada depois de uma noite frustrante, abre o vidro do carro e a beira da estrada pede pra Momo um gato bem gostoso pra passar os dias de folia, tranqüilo, “pero no mucho”, mas na medida de sua fome, enorme e excitadíssima com as perspectivas que se descortinavam.
Na chegada ao camping, as apresentações ocorrem num clima bem animado, alguns personagens desse episódio, eram referenciais no lado B em que transitavam. A curiosidade e as primeiras impressões foram as melhores, gatos cheirosos, bonitos e receptivos a ela. A Loba já acionara seu faro, e ela reconhecia o cheiro do seu macho. Brincadeiras, flertes e um tesáo que já se fazia sentir no ar.
O Bando de Rick, discípulos das estripulias no Mestre, era potente, machos fortes, lindos e determinados
Dentre esse bando estava ela reconheceu seu macho, e soube que seria dele essa noite. Labiata não sabia ainda, mas era ela a caça habilmente estudada, apreciada e cercada por hábeis caçadores.
Ela sentia-se completamente a vontade naquele ambiente, cheirosa e sexy de shortinho e colete deixando tanto a mostra quanto escondia, brincando ela veste a coleira de Rick, e pede um dono, abanando a corrente. O macho ouriça-se, a corrente, ainda tênue e holográfica já se fez. Ele ordena o começo da brincadeira e pela coleira a leva para uma suíte acompanhada de Rick, de um Durango com máquina em punho e muita tequila na cabeça e, que seria nossa testemunhar ocular, Azul se junta ao grupo. Novamente o pedido de Labiata foi atendido pelo destino que flertava abertamente com a Loba.
E quando ele a pegou pelo cangote, a corrente que se estabeleceu entre os dois, dispensava outras correntes que não fosse o corpo e os sentidos um do outro, ela se entregou totalmente, deixou-se dominar voluntariamente, sensualmente, vorazmente, e transformou-se numa cadela pronta pra satisfazer seu macho.
Novamente a imagem valerá por milhões de toques nesse teclado. Um olhar bastou para que eles se reconhecessem e se quisessem muito. Uma pegada para ela se sentir uma femea completa. A partir dessas fotos o encontro entre as fênix se estabelecera, durante o dia ela era a cadela a espera da chamada de seu dono, que não se furtava em lhe dar carinho e atenção, e a noite eles voavam prum local ermo e solitário para lamber suas asas, picar seus cangotes, dar e ter prazer, durante toda a folia de Momo, que dessa forma cumpriu com o destino que se traçara naquela estrada.

Olá!!
ResponderExcluirFiquei impressionado com você. Seu blog é demais!!
Por isso te ofereço o Selo Miau (http://recordacoesdeummacho.blogspot.com/2011/03/selo-miau.html). O seu está entre os 5 blogs que tive que escolher após receber o selo.
Bjos.
Vou no barco do O Santo, e te deixo um selo... a escolhi principalmente porque tem o poder de nos deixar estasiados e dentro do fato...parabens...espero que aceite...
ResponderExcluirbeijos
deliciosa narrativa amada loba....adorei estar presente e ver aqui teu texto bem escrito e teu cheiroperfume em cada linha.
ResponderExcluirbjbjsssssssss
azulda loba