domingo, 1 de setembro de 2013

Meu fetiche !

A última semana mostrara-se bem difícil para Labiata, o clima ruim de um inverno rigoroso, além de afastar mais os amantes a obrigava a uma inércia que a deixava inquieta.




Sentir o frio externo e querer sentir o calor de seu homem a deixou num tesão incontrolável, a expectativa quanto à festa dos fetiches e esses assuntos rondando a mente de um corpo limitado a um espaço ínfimo a deixava louca, como uma femea no cio presa em sua jaula. As noites procurava calor nas lembranças, fotos, filmes e leituras, a masturbação se fizera companheira. As fantasias mudavam a cada cena imaginada. Ora era dominada e vendada, e machos fortes e vigorosos presenteados por seu Dono, que narrava ao seu ouvido toda a cena, resultando fortes jatos de gozo que se prolongavam até adormecer zonza. Ora dominava seu escravinho, o deixando tão doido de tesão que de joelhos implorava lamber sua Rainha, que se rendia ao capricho de seu escravo tão dedicado e na primeira passada de lingua em seu clitóris ja provocava líquidos tímidos e quentes entre suas coxas.

Os dias se arrastavam, o sábado parecia que estava preso nas nuvens pesadas de frio e neve. Então enquanto esperavam, faziam planos em intermináveis conversas via Skype. Jantariam e depois procurariam uma festa para encontrar amigos e swingar. Nada de novo, pensava a Loba, mas entendia as limitações impostas nesse momento de suas vidas. Finalmente o sábado chegara, cheio de sol e calor, Labiata ajeita tudo para a chegada de seu amante, só não esperava a mudança completa dos planos.

O telefone toca, Preto a informa que adiantara sua viagem, estava a caminho e que ela esteja pronta porque iriam sair, Labiata até tentara saber para onde ou como deveria se vestir, mas seu Dono não adiantara nenhum detalhe e somente repetiu a ordem. Surpresa e excitada ante o desconhecido desse encontro, prepara seu banho especial, faz uma depilação diferente à usada, óleos, cremes, quando ele chega ela o recebe toda cheirosa e macia somente com um penhoir, ele se aborrece, ela não está pronta ! 

Rapidamente ela escolhe jeans e malha e um body e calcinhas lilás, o mesmo usado em fotos publicadas e que o deixaram louco a kilometros de distância e com 10 cm de neve.

Ele a leva para o motel que costumam frequentar, enquanto ele atende um telefonema de negócios, ela tira a malha e o jeans, quando ele a olha, ainda falando ao telefone seus olhos brilham e o volume na calça denuncia a fração de segundos que ele desviou sua atenção da ligação. Ela engatinhando na cama, atravessa o espaço que os separa. Ele continua ao telefone, ela abre sua calça, baixa a cueca o suficiente para olhar para aquele pau delicioso, não resistindo ela termina de desnunada-lo com a boca, até ele se encontrar todo dentro dela, e enquanto ele resolve seus negócios ela o saboreia, o tom frio da voz dele não combina com aquele pau quente e duro, ela adora passar a lingua pelas veias que pulsam a cada toque. Impaciente ele encerra a ligação, manda que ela fique quieta na posição que está e vai em direção a sacola de brinquedos. Ela não tem visão do que ele está procurando e depois de um tempo ele escolhe dois. A coleira e o chicote.

Labiata sentia correr o tesão junto com seu sangue, e se deixa dominar completamente, ele a faz gatinhar pela cama a guiando pela coleira, até achar a melhor posição frente ao enorme espelho do quarto. Ela dócil e suavemente se deixa levar, a cada parada ele permite que ela o abocanhe novamente e geme e tira seu pau, ela reclama e as primeiras chicotadas são sentidas em sua bunda, fazia muito tempo que ele não a subjugava assim, e ela tinha a impressão que a dor se fazia maior no contato das tiras de couro sob sua pele, e a cada série de 5 chicotadas ele a acariciava e permitia que ela o chupasse novamente. Quando sua bunda já se encontra na cor que ele tanto gosta, ele a penetra, forte e vigoroso, estoca e para por alguns segundos com o pau totalmente engolido dentro de Labiata. O gozo chega forte numa dessas paradas e as contrações que sua buceta emitiu fez com seu Dono saísse de dentro dela a ponto de gozar, mas ainda não era a hora dela ganhar seu leitinho. Novamente ele se dirige a sacola de brinquedos, dessa vez escolhe uma palmatória, e uma um presente, um óleo de ameixa. Embora não doesse tanto quanto o chicote, deixava sua bunda mais marcada, devido as tachinhas. Algumas palmadas e a bunda vermelha de Labiata, deixa seu Dono gemendo de prazer, que pega o oleo e começa a massagear a bunda e o cu da Loba, a sensação daquele óleo perfumado e do prazer daquela massagem a deixam totalmente relaxada, quando sente o pau dele penetrando em uma estocada seu cu, o susto e a dor a fazem gritar e na segunda estocada já pressentir o gozo. Durante 30 minutos ele come aquele cuzinho perfumado e sentindo o gozo escorrer pelas pernas da Loba molhando toda a cama. 

Labiata extenuada de tanto gozar e de toda a dor que sentira já se encontra inerte sobre a cama. Seu Dono prepara um banho de banheira e a deixa ficar ali relaxando e se recuperando. Quando volta para o quarto ele a espera deitado na cama. Aponta o óleo e pede uma massagem, Labiata o masssageia, não deixa nenhum milimetro daquele corpo esquecido, começando pelos pés, sobe a panturrilha, joelhos, coxas e dá uma atenção especial para sua linda bunda e costas, ele vira de frente e o ritual se repete, mas quando passa perto da virilha, ela mais uma vez não resisti àquela visão e continua a lhe massagear o saco e a virilha com o óleo enquanto massageia seu pau com sua boca toda macia e sedenta. Ele a tira dali pelos cabelos a avisando que ainda não era chegada a hora dela ganhar seu leitinho, pois ele ainda tinha outros planos para a noite.

"... e que nada nem ninguém é mais importante do que nós próprios. E não devemos negar-nos nenhum prazer, nenhuma experiência, nenhuma satisfação, desculpando-nos com a moral, a religião ou os costumes".
(Marquês de Sade)

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