Há muito tempo os encontros baunília entre pares não atraía Labiata. Isso ela já tivera e romance era uma coisa que ela realmente não buscava. O que a fascinava era o inusitado, o romper de limites, explorar seus fetiches e fantasias. E nessa levada cada vez mais dedicava-se a essa exploração.
Quando de sua mudança para o Rio Grande do Sul, resolvera se apresentar a sociedade swingueira de uma forma diferente, e resolveu comemorar seu aniversário oferecendo uma festa chamada Luxúria, onde os fetiches poderiam ser revelados e as fantasias saciadas.
Tal foi o sucesso da festa que renderam 3 edições e muito boxixo em torno do assunto. Foi quando Labiata sonda com os amigos Marcos e Edu de fazerem uma festa juntos, juntando o público seleto das festas deles com toda Luxúria de Labiata. Durante quase um ano conversaram sobre isso, ele temia que seu público não curtisse ou se amendrontasse diante de cordas, velas, vendas, chicotes e outros fetiches, mas a loba sentia que ele já estava fascinado pela idéia, embora ainda sem coragem.
Foi quando no mês de agosto ele se rende as vontades de Labiata e marca a festa. Marcos e Edu se Rendem a Luxúria. Montaram a festa visando respeitar o público e oferecer experiências inusitadas durante a noite toda e assim o fizeram.
Labiata resolveu se travestir de Dominatrix, esse seria o fetiche que ela queria desenvolver na festa. Figurino, maquiagem, música, tudo estava definido em sua cabeça, lhe faltava o escravinho para a intervenção durante a festa. Convidara um amigo para acompanha-la como escravo, convite de pronto aceito, e durante as semanas que antecederam a festa, a troca de mensagens só lhe sinalizava que escolhera um bom escravo.
Tudo preparado, chegara o dia, com o auxílio luxuoso de sua Má Preferida, Labiata olha-se no espelho e da-se por satisfeita, já se sentia uma Dominatrix, nervosa de fato, mas poderosa. Mestre Rick a levaria para o local, ele era seu mestre, aquele que apresentou esse mundo fetichista a Labiata, e suas dicas eram preciosas nessa hora; sua confiança na sua pupila, a acalmava um pouco e sabia que estava cercada de amigos valiosos.
- Está tudo certo , vamos começar o show! Declarou!
Chegando na Private seu primeiro compromisso da noite era uma prévia com o Carrasco, para combinarem a apresentação, ele era um deus grego de fato, e Labiata imaginava o frisson de sua entrada triunfal.
A espera pelo seu escravinho, já a deixava inquieta, a chegada da Fada a deixou excitada, e por que não uma escravinha? Uma deliciosa e ruiva escrava. A idéia excitara tanto Labiata que pela primeira vez na noite sente-se quente e melada quando Fada adora a idéia, não tínham nenhuma noção do que aconteceria, nenhum roteiro a seguir, mas tesão não ia faltar, o ingrediente essencial para o fetiche da Loba.
Por fim, percebendo que a espera por seu escravinho era em vão, surge o Anjo Safado, um sweet angel que se tornou em escravo cativo e obediente. Sua curiosidade e entrega cativaram Labiata também. E ao colocar a coleira em seu escravo e lhe ensinar bons modos com leves chibatas fez com que a Dominatrix entrasse em cena, cheia de tesão por seus escravinhos, um cativo e uma Fada a cativar.
Tudo pronto para uma noite inesquecível.
Ao som de INXS ela respira fundo, e entra em cena trazendo pela coleira o cativo escravo, de olhos baixos e a dois passos de sua Rainha. No palco encontra-se a Fada, sentada em uma cadeira, amarrada pelas mãos ao pole dance, vendada, curiosa e muito excitada. A visão da Fada ali tão entregue a um futuro incerto eletriza a cena, o escravinho de quatro a segue, quando Labiata pára para lhe aplicar três chibata para em seguida colocar sua cara entre as pernas da Fada, ela se contorcia na cadeira quando Labiata lhe tirava a venda e beijava seu pescoço. O escravinho continuava ali docilmente na posição que ela mandara nem um milimetro a mais. Fada olha nos olhos de Labiata e sorri, quando seus pequenos brancos seios não desnudados e acariciados. A batida da música mesclava movimentos lentos com decisões rápidas e movimentos mais fortes, quando ela se lembra da vela e olhando as pernas branquinhas da Fada pede que lhe deem fogo, enquanto tira seu escravo de entre pernas e o coloca num cantinho encolhido a espera.
Labiata cheira o pescoço da Fada e vai descendo até sua cabeça pairar sobre as pernas e se concentra em desenhar em vermelho aquela carne alva. Fada se contorcia de tesão, o calor das velas a visão de Labiata, a música, a platéia, tudo conspirava para a entrega total àquele momento. A música ia terminando o tesão podia ser sentido, o silêncio e a atenção da platéia é deixa para o término do show, a vontade era de ficar ali por horas se deliciando com seus escravinhos e a partir desse momento de escrava Labiata passara ser a Rainha Labiata. Com seu escravinho segue para fora do palco, passa entre a platéia e exibe todo seu poder com seu Escravo Anjo.
Excitadíssima, Labiata segue para o pátio para fumar um cigarro, enquanto seu escravo fica sentado num sofá, na coleira, esperando por sua Rainha, em exposição pois ele era um bom escravo e Labiata estava satisfeita.
Seu próximo compromisso era preparar o Carrasco para sua entrada. Besuntar de óleos aromáticos aquele corpo de deus grego, e lhe fazer um gostoso oral, não poderia ser chamado de compromisso, e sim de prazer e foi com prazer que Labiata recebeu-o e colocou sua coleira. O poder do som da ópera de Carl Off , Carmina Burana, dá o clima da entrada em cena do O Carrasco sendo levado por uma Rainha orgulhosa que desfilava calmamente por entre os convidados o oferecendo para ser tocado, cheirado. A máscara ocultava sua identidade e lhe dava um poder que constratava com sua submissão naquele momento. E lentamente ela o leva para cela onde ele ficou a noite toda, realizando os fetiches de muitas mulheres.
Liberada de seus compromissos, a Rainha Labiata começa a circular pela festa e lembra de seu Escravo Anjo a sua espera. Quando o encontra ele continua lá, no mesmo sofá, conta que várias pessoas foram falar com ele, o que deixou sua rainha muito contrariada, já que não permitira isso, que ele conversasse. O leva para a cama coletiva e manda ele andar de gatinhas sobre a cama na frente de todos, ordem que ele rapidamente obedece. No meio do caminho Rainha Labiata sobe na cama e começa a bater com seu relho na bunda do escravinho, na primeira chicotada ele se encolhe, mas recebe bem os golpes e a deixa mais feliz. Manda ele deitar, quer ver como ele se ai com as velas, uma amiga de Labiata entra na cena e participa de mais algumas punições, relho e velas são usadas, as pessoas em volta ora clamavam por piedade ao escravo, outras incentivavam com palavras. Quando a rainha se deu por satisfeita, liberou seu escravinho para curtir a festa, por vários momentos ele foi ao seu encontro e ficaram conversando. Rainha Labiata não poderia ter encontrado melhor escravo para essa noite !


Bem relatada a noite de sexta!!!E quanto a escolha do escravo, eu concordo que foi bem escolhido!!hehe...Beijos Sra EV
ResponderExcluirSim Sra EV, melhor escravinho impossível...rs...
ExcluirBjkas <3
Que delícia, Labiata!
ResponderExcluirUma pena que, por conta dos compromissos posteriores, não ficamos na festa até o final. Mesmo assim, nossa performance juntos foi uma delícia - acordou velhos desejos, vontades esquecidas e adormecidas. Nosso chicote - o Alexandre - e nossa corda de algodão começaram a sussurrar de dentro da caixa, no meio da noite!
Queremos mais Luxúria...
quem sabe um dia nao serei teu servo minha rainha !!!
ResponderExcluirbeijoss ardentes se permitires é claro.