quarta-feira, 7 de agosto de 2013

há PAUS & paus

A nada óbvia arte de comparação e apreciação deste membro, que digamos tem vontade própria, é um tema que Labiata estava a se questionar. 


Qual a importância de um pau na vida de uma mulher ? Ou, as sutilezas e a subjetividade com que, nós mulheres nos apegamos a "um" em especial. Um modelo, cor, textura, volume, rigidez, tamanho, affeee, tinhamos tantos quesitos a preencher!

Sentia inveja dos homens que não tinham essas exigências todas ao escolher suas femeas ou a forma que gostavam de todas, sem distinção ou a falta de critérios de sua admiração. Freud dizia que tínhamos inveja do pau, e Labiata acreditava nisso, amava esse membro, gostava de pegar, lamber, chupar, morder de leve, passar a língua na cabeça e na fenda já babando de expectativa. Sentia um prazer e um poder indescritíveis em testar todos seus sentidos sentindo. 

Nesse momento quem já se encontrava excitada era essa serva escritora, e perguntei qual era o seu favorito. 

Labiata para e pensa, e pensa... ficamos em silêncio por longos 3 minutos, a curiosidade e a excitação se instalaram no ambiente. Cada uma pensando nos seus favoritos, quando ela responde a pergunta:

- Embora para uma mulher o importante mesmo é que não seja um orgão orfão de inteligência, bom humor, confiança, carinho e tesão, e isso é só mais alguns critérios que levamos em conta e que estreitam mais ainda as possibilidades de simplesmente querer. Tesão era isso que movia a escolha, e junto com ele toda uma carga de inveja e posse. Freud tinha razão. 

Labiata me confessa que se fosse homem, viveria acariciando seu membro, e com alguns amantes ela fazia isso na cara dura, fosse onde fosse, bastava querer e já ia com uma mão atrevida e um sorriso sapeca em direção ao membro coberto por calças jeans, gostava de sentir a resposta sob o tecido e essas pequenas intimidades embaixo dos edredons no meio da noite.

O relevo de um bom e forte pênis agradavam e muito a Loba - lamber um pau com veias pulsantes era um delírio - Cabeças livres e macias - para dar deliciosas mordidinhas e lambidas - Mas principalmente a rigidez de um nobre pau, ou um pau aristocrático como diria uma amiga sua, eram sem sombra de dúvida a imagem mais excitante que ela apreciava num PAU.

Mas há PAUS & paus, dizia a Loba.

Ela já tivera experiências em que os paus estavam longe de serem este Modelo Ideal, e com eles Labiata tivera muito prazer, onde o tesão estava mais que presente e atuando de forma inexorável sobre os amantes.





Um comentário:

  1. ola querida !! meu comentario anterior foi em cima da pesquisa quanto menos tesao se tem menos interesse as coisas se tornam cada vez menor kkk..
    no seu testo acima concordo com voce ha paus e paus mesmo mas isso tudo pra mim depende de uma coisa aquela quimica tudo fica lindo e maravilhoso ...
    beijoss minha linda te adoro com todo respeito viu preto kk.

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Oi...que bom q passaste aqui e deixaste tuas impressões, thanks...doces beijos