Pela primeira vez o vício que Labiata adquirira pelo sexo com seu homem se mostrara não tão inspirador e não a satisfez, deixando um gosto de frustração e a idéia de que ela poderia muito bem viver sem ele.
Embora isso lhe desse um alívio o espírito, lhe deixava inquieta pois ela não queria abrir mão do vício ainda. E dentro desse panorama, ela decidira procurar ajuda especializada.
O fim de semana tinha sido muito alegre, com um hiato no meio. O findi todo fora programado.
Sexta, jantar de aniver de sua melhor amiga, ela ofereceria um jantar em sua casa, amigos convidados, presenças confirmadas. A noite havia sido uma delícia, muitos papos, muitas risadas, muito vinho e um amigo solidário fizera companhia deliciosa para a loba, renovando sua fé no homem e principalmente em si mesma.
Sábado, festa na Toca ( diziam que era a última ), Labiata e sua Mana estavam procurando uma carona, quando recebera um telefonema era o Preto avisando que estava na Cidade Alegre, mas com a agenda cheia e nenhuma brecha para ela. Entre triste e decidida de que nada estragaria seu final de semana, continuou na busca de diversão e sexo. Quando toca sua campainha e do outro lado da porta está ele, rindo dela e para ela. Era somente uma pegadinha para ver sua reação ( que não fora das melhores ). Combinaram que depois dos compromissos familiares dele, eles iriam juntos a Toca fazerem uma festa e festa com ele era confirmada, ele a deixava livre ao mesmo tempo que ela se sentia protegida, por saber que ele estava a seu lado.
Na hora marcada ele aparecera, estava realmente cansado. Um banho e um cochilo era tudo que precisava, dizia ele. E ela, como sempre, submissamente lhe deixara a vontade, lhe aplicou uma massagem com creme em seu corpo todo, o cobriu e deu o tempo que pedira. Na hora que ele solicitou, uma Labiata pronta, sedutora, arrumada, cheirosa, o acordara. Embora ele quisesse dar essa volta, seu corpo não respondeu a contento e resolveram ficar por casa mesmo. Ela corre pra ligar para sua Mana e desmarca. Se despe e deita-se ao seu lado. A mente de seu homem despertara, embora seu corpo ainda estivesse necessitando de paz, seu pau respondera imediatamente ao corpo nu e cheiroso de Labiata. Ficaram assim deitados até as 3h da manhã conversando e ela acariciando seu membro, até que a Loba não aguenta mais de tesão e começa o chupar. Aquele membro duro em sua boca, a baba escorrendo pela cabeça a deixa doida, ele cansado só se deixa ser comido pela boca da loba. Sem que ele ou ela mesmo se toque, só chupando aquele pau amado, ela tem o primeiro gozo, sente sair o líquido quente de sua xana em chamas, ficando toda melada. Ela fica naquele oral por mais de meia hora, saboreando como se fosse a última vez ( e talvez o fosse mesmo ). Depois de um longo tempo, ele a puxa pelos cabelos e a coloca de lado e enfia seu pau rijo o molhado nela, causando outro gozo na femea. Algumas estocada e o pau entra no seu cuzinho, já sabe o caminho e entra sem nenhuma dificuldade, outro gozo e ele volta pra sua buceta encharcada, fazendo ela gozar de novo. Com a batidinha em sua bunda, seu código para que ela pare um pouco ela despluga dele e recomeça o oral. Enquanto ele fode sua boca ela se masturba, e o um novo gozo se aproxima, ele não aguenta e goza também, enchendo a boca dela de leitinho na mesma hora que ela explode também. Dormiram em seguida abraçadinhos, não houveram beijos, ele não tocou seu corpo, não se deliciou com ele e foi embora novamente, da sua casa, e ainda na dúvida de sua vida.
Domingo combinara um churrasco com sua amiga e o seu mais novo amiguinho. Foi um dia muito legal, apesar da chuva. Estava com seus amigos e sua famíia. Restabelecendo a paz e o equilíbrio que Labiata tanto necessitava. Nenhum contato mais foi feito entre eles. E Labiata queria ficar com essas lembranças dos gozos da noite noite anterior, mas queria esquecer a tristeza em saber que mais uma vez ele fora embora, e agora, talvez para sempre.
Não deixe portas entreabertas escancare-as ou bata-as de vez.
Pelos vãos, brechas e fendas passam apenas semiventos
meias verdades, [meias fodas] e muita insensatez.
Cecília Meireles
amiga nao existe felicidade plena existe momentos de felicidade curta estes breves momentos ...beijoss linda e querida amiga.
ResponderExcluirAh!!! eu curto querido Marcelo, e como eu curto !!!...rs... só não gosto de quando acabam.... rsrsrs
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