Labiata encontrava-se sozinha na Ilha, estava livre, leve e solta para aproveitar o fim de semana como quisesse.
Estava louca pra pegar um sol e convida suas amigas EsposinhaSafada e Rubra para irem com ela para a praia, alugariam um apartamento e se deleitariam com o que o destino lhes oferecesse. Libriano e Zé estavam viajando, Zero estava enrolado com outros compromissos e estavam em estado de liberdade, apesar de o que queriam mesmo, era estarem ali os seis, interagindo. Mas como não era possível, queriam fazer uma doce limonada do limão que tinham nas mãos.
Sexta feira, final da tarde, Labiata vai pegar as meninas e a primeira surpresa do findi. O “Valente” seu automóvel, entra em pane se recusando a levá-las ao destino. Esposinha na correria dos planos de ultima hora, arromba seu apartamento, pois esquecera a chave. Malas, sacolas e caixas na calçada e a dúvida, vamos ou não vamos? Perguntavam-se as amigas.
Seguro acionado, guincho e taxi providenciados, resolvem ir assim mesmo. Seguem rumo ao mar.
Cansadas, dedicam a sexta pra colocar o papo em dia e dormir cedo para aproveitar o sol no dia seguinte.
O sábado amanhecera nublado, ótimo para uma longa caminhada, algumas fotos e flertes.
Divertiam-se como crianças, riam muito, faziam caras e boca em poses, atiçando alguns homens que presenciavam aquela festa. Resolveram tomar umas cervejas e fazer algum contato para a noite, estavam abandonadas pelos seus machos e seria um desperdício uma noite assim passar entre “marias”.
Esposinha e Rubra mantinham uma sincera amizade com o seu Angel e ele foi o primeiro pensamento das duas e um frisson no baixo ventre de Labiata. Todas concordam que melhor opção não há. Contato feito, jogo às claras, caras a mostra, convite aceito no ato. Aquilo excita por demais as mulheres e alguns mergulhos foram dados depois dessa expectativa no ar.
Depois de quase um ano iriam se reencontrar, ela não imaginava que reações teriam, só sabia que queria muito aquilo, era uma necessidade física. Queria muito aquele homem e entendia perfeitamente alguns de seus amigos que a desejavam mais do que tudo, assim ela o queria.
Muitas cervejas depois, algumas caipiras, uma visita de surpresa do Zé da Rubra, excitadíssimas, resolvem que é hora de voltarem ao apartamento, se preparar para receber o tão ilustre convidado.
Esposinha vai para o banho e Labiata e Rubra ficam a conversar e dar algumas gargalhadas, deliciosa gargalhada rubra, que segue como próxima ao banho. Labiata a segue e fica fotografa-la a banhar-se, ela percebe o olhar da Loba e retribui, vendo que o caminho estava livre, Labiata entra no chuveiro e começa a beijar e brincar com a amiga, que nesse momento se entrega totalmente ao prazer do corpo de outra mulher. Esposinha vendo aquele vuvo-vuco no chuveiro mune-se da máquina para registrar a intimidade total das duas. Tão envolvidas estavam naquela orgia molhada que a água do chuveiro, antes um elemento a mais de prazer em seus corpos quentes, agora já atrapalhava seus carinhos, quase as afogando. Aquele Box era do tamanho exato das suas fomes, Rubra pelo encontro a tarde na praia com seu Zé, Labiata pela presença eminente de Angel, e ambas pelo álcool ingerido, o que fazia com que liberassem aquela forte energia em que se encontravam.
Cada uma com seu estilo se produziram para recebê-lo. Rubra de vestidinho, Labiata em shorts e blusinha e Esposinha completamente nua, recebe o rapaz à porta. Um Angel surpreso entra e depois de uma breve timidez conhecida, Labiata entra no clima fraterno que se instala. De vez em quando necessita se afastar um pouco para ir processando os acontecimentos, e seu velho e companheiro cigarro e uma varanda acolhedora é o Oasis visitado várias vezes aquela noite.
As brincadeiras continuaram ainda pela noite, Angel se revezava em atenções com as três sábias, e quando as deixou já estavam na cama exaustas e felizes.
Dizia a lenda que não se deve “ver o mal”, “ouvir o mal”, “falar o mal”.
Se os homem não olhassem, não ouvissem e não falassem o mal alheio, teríamos comunidades pacíficas com paz e harmonia.
[lenda do folclore japonês]
[lenda do folclore japonês]
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára....
[lenine]

Hummmm..... Deliciosa!
ResponderExcluirOtima história de hj,sem ar
ResponderExcluirbjus Lili
Q delicia Lili !!!
ExcluirNossa tb fiquei em relembrar essa história !!
Um beijão !
alucinante és meu vicio meu extase !!!! adoro o prazer liberado assim pelo uma femea pra mim é o prazer dos prazeres...beijoss querida loba.
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